Mate uma criança e vá pra Suiça!

   Imagine a cena, você para seu carro no sinal (farol, sinaleira) e vêem quatro bandidos te assaltar, mandam você sair do carro, seu filho de 6 anos está no banco de trás e tenta sair, mas fica preso ao cinto de segurança e é arrastado por cerca de sete quilômetros e morre, tempos depois os marginais são presos, entre eles está um menor.

    Já é chocante imaginar a cena, mas agora imagine que após meros 3 anos de prisão, este menor é solto pelo Juizado do Menor e Adolescente e enviado, junto com a mãe para a Suíça, onde receberá uma nova vida e identidade. Tudo isso com as benesses de uma dessas ONGs que defendem bandidos e foda-se azar do cidadão de bem.

    Isso infelizmente é um caso real, é o caso do menino João Hélio Fernandes, que no dia 07 de fevereiro de 2007, com apenas 6 anos, foi arrastado pelas ruas do Rio de Janeiro.

    Um de seus algozes, Ezequiel Toledo de Lima, já está na Suíça, pois o filho da puta coitadinho foi ameaçado de morte e por isso foi enviado para lá.

     JB Online

RIO – Ezequiel Toledo de Lima, um dos acusados de participação do assassinato do menino João Hélio Fernandes, de 6 anos, no dia 7 de fevereiro de 2007, já está na Suíça com a família. Ele foi solto no último dia 10 pelo juiz da Vara de Infância e da Juventude, que ainda determinou que Ezequiel ingressasse no Programa de Proteção à Criança e Adolescente, destinado aos que estão ameaçados de morte.

Ezequiel teria sofrido ameaças de morte no Instituto João Luiz Alves, onde cumpriu pena. A mãe do rapaz também teria sido ameaçada. Através da organização não-governamental Projeto Legal, ele conseguiu embarcar para a Suíça, com garantia de casa e identidade novas para recomeçar sua vida.

O menino João Hélio foi arrastado por cerca de sete quilômetros, depois de ter ficado preso pelo cinto de segurança do carro da mãe, após um assalto na Rua João Vicente, perto da Praça do Patriarca, em Oswaldo Cruz. Os bandidos abandonaram o carro na Rua Caiari, com o menino já morto.

Além de Ezequiel, outras quatro pessoas foram presas. Carlos Eduardo Toledo de Lima, condenado a 45 anos de prisão; Diego Nascimento da Silva, a 44 anos e três meses; Carlos Roberto da Silva e Tiago de Abreu Mattos, condenados, cada um, a 39 anos de reclusão.

12:47 – 18/02/2010

Já não basta a Bolsa Prisão (assunto que irei comentar outro dia) agora tem que ter estas ONGs metidas onde não devem? A pergunta que fica é: E João Hélio e sua família? Terão a chance de recomeçar suas vidas?

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